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Acertos e erros do iPhone 11: Apple aposta alto em câmera e bateria

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Uma nova leva de iPhone 11 desembarca nos Estados Unidos ainda neste mês. O lançamento tem preço a partir de US$ 699 (cerca de R$ 2.800), ficha técnica de ponta e a tradicional marca da maçã na superfície traseira. Estreia nas lojas americanas em 20 de setembro, enquanto a chegada ao Brasil está confirmada “ainda este ano”. Passado o frenesi inicial, fica a dúvida: quais os acertos e erros da Apple ao trazer o celular ao mundo? Diretamente da sede da empresa em Cupertino, na Califórnia, aqui vão algumas reflexões.

Fazia dois anos que a Apple cometeu o equívoco de usar algarismo romano para nomear o iPhone X. Até hoje, diversos potenciais compradores se referem à linha como “iPhone xis” e os modelos subsequentes de “xis erre” (XR) e “xis esse” (XS). O certo é “dez”.

Ter um nome simples facilita a diferenciar os diversos smartphones da linha. São três: o iPhone 11 tradicional, com tela LCD de 6,1” por US$ 699 (na faixa de R$ 2.800 pelo câmbio do dia); o iPhone 11 Pro, com tela OLED de 5,8” por US$ 999 (R$ 4.080); e o iPhone 11 Pro Max, com OLED de 6,5” por US$ 1.099 (R$ 4.480). Edições com armazenamento maior também custam mais.

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